sábado, 30 de abril de 2011

Paulo Franco ministra palestra para alunos do curso de Comunicação

Membro do comitê artístico do SBT, Paulo Franco fala sobre conteúdo e estratégias de programação na TV.


A Universidade Cruzeiro do Sul promoveu nesta segunda-feira (25) a palestra “Conteúdo não é tudo! O Poder estratégico da programação” com Paulo Franco, realizada no campus São Miguel para alunos dos cursos de Comunicação Social.  

Paulo Franco, 37, tem uma sólida carreira em grandes emissoras e experiência no ramo de direção de programação, na Rede Record introduziu programas como “A Fazenda”, “Ídolos” e “Troca de Família”, e atualmente trabalha no SBT como diretor geral do “Topa ou Não Topa” e do “1 contra 100” com Roberto Justus.

Foto: Samantha Henzel
Em sua palestra abordou temas relacionados à grade de programação das emissoras, os aspectos comerciais, os processos de produção e também os determinantes para que um programa permaneça no ar, tais como audiência, faturamento e prestígio. Para Paulo Franco uma ideia precisa de pesquisa e planejamento, pois assim o risco do programa dar errado é menor e acrescenta que “[...] um bom produto pode até resolver uma programação mal feita, mas o contrário não existe”. Também enfatiza que não só o conteúdo faz com um programa tenha sucesso, mas as estratégias de programação e detalhes como a monitoração de variáveis, mídias de chamada e até mesmo a duração de blocos e breaks influenciam no resultado do produto.

“Gostei muito da palestra. Gostei quando ele falou sobre o Ibope e o processo de como um programa fica ou não no ar, com certeza essas informações ajudarão em meus projetos futuros” afirma Caroline Cristiane Braga de Ávila, 19, estudante de Rádio e TV.

Segundo o aluno Eliel Almeida dos Santos, 35, estudante de Publicidade e Propaganda o conteúdo fornecido através da palestra é de grande valia para estudantes da área e diz que a manipulação exercida pelos veículos de comunicação para com o grande público é fator importante na montagem de uma grade de programação “pois quem ajusta e impõe hábitos na sociedade é a própria mídia” afirma.


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